Depois de um almoço silencioso, subi pela última vez ao topo da colina para dizer adeus a Terry. Era o dia mais quente do verão, tão quente que daria para fritar bacon em uma folha. O vento também estava quente, e eu sentia como se estivesse entrando em um secador de cabelo. O suor caía em meus olhos. Quando passei pelos portões, as mãos calejadas da nostalgia apertaram meu coração, e percebi que a gente sente falta dos tempos ruins tanto quanto dos bons, porque no fim das contas, aquilo que realmente faz falta é o próprio tempo.
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| — | Steve Toltz, Uma fração do todo |
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